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O freelancer é o profissional que trabalha por conta própria, isso significa que ele não precisa ter um vínculo empregatício formal com nenhuma empresa e pode trabalhar quando, onde e como achar conveniente. Atualmente, a tendência é de que o mercado de profissionais freelancer continue crescendo exponencialmente, seja pelo perfil atual da sociedade ou seja pelo avanço da tecnologia e a diversidade de ferramentas de trabalho e acesso a informação que ela nos proporciona.

Não se engane achando que só pode ser freelancer quem trabalha com design ou coisas do tipo. Designers, fotógrafos, garçons, técnicos em segurança, enfermeiros, costureiros, maquiadores, ou qualquer outro profissional disposto a oferecer os seus trabalhos de maneira independente pode se tornar um freelancer. Um freelancer pode ser confundido, inclusive, com um empresário, o que não deixa de ser verdade.

Posso te mostrar uma coisa?

Antes de continuar a sua leitura, posso te contar uma novidade? Eu lancei recentemente a minha própria plataforma de cursos online, a Suíte Criativa, e depois de 5 anos publicando vídeos, tutoriais e dicas no canal do Clube do Design no youtube eu finalmente desenvolvi o meu próprio curso online de Illustrator com certificado.

Se você puder, dá uma olhadinha lá no site e conheça o meu curso de Illustrator. Tenho certeza de que você pode aprender muito sobre um dos aplicativos criativos mais usados do mercado. Não se assuste, o preço é barato sim! O meu objetivo é que todas as pessoas possam ter acesso a ensino de qualidade, por um preço extremamente acessível.

Obrigado! Continue com a sua leitura ;)

Este artigo faz parte do Diário de um freelancer, um ebook gratuito do Clube do Design. Você pode ler todos os capítulos publicados clicando aqui e também pode baixar o ebook em PDF para ler de onde estiver.

Muitas pessoas planejam ser freelancers e esta vontade é justificada principalmente pelo estilo de vida do freelancer e pelas vantagens que o trabalho oferece. Não precisar cumprir horários convencionais de trabalho, não ter chefe, não ficar preso em uma rotina chata são algumas das vantagens. Se tudo o que você precisa é de um computador com acesso à internet, as coisas melhoram ainda mais, pois você pode fazer de qualquer cantinho, sua casa ou uma cafeteria, o seu local de trabalho.

Existem basicamente dois tipos de profissionais freelancers: Os convencionais e os Alocados. Para conceituar cada um destes, vou usar como exemplo minhas próprias experiências de carreira.

Freelancer alocado

Em 2011, enquanto trabalhava em uma gráfica, fui chamado para prestar serviços uma vez por semana dentro de uma grande empresa do setor de alumínio aqui de minha cidade. O trabalho consistia basicamente em ir até a empresa para executar algum serviço, mas apenas quando fosse preciso. Eu precisava ir até o escritório da empresa e participar da rotina junto com os demais funcionários, integrando uma equipe composta em sua maioria por jornalistas.

O que eu fazia era basicamente dar suporte ao aumento na demanda interna de trabalho da equipe. Ou seja, quando o trabalho por lá aumentava, eu era chamado par ajudar a equipe. Este é o tipo de trabalho que podemos chamar de alocado, ou “in loco”, oferecido dentro das dependências da organização, mas sem ter nenhum vínculo empregatício com a mesma. Você recebe por diárias, e arca com as despesas de transporte e alimentação.

Freelancer convencional

Depois de mais de 8 anos trabalhando como arte-finalista assalariado na gráfica, eu decidi abandonar o emprego e seguir carreira como freelancer convencional. O freelancer convencional é o profissional que trabalha por conta própria em tempo integral atendendo a diversos clientes, a partir de casa ou de qualquer outro lugar que sirva de escritório. Sendo assim, logo depois que saí do meu emprego, eu acumulei alguns clientes e passei a atender as suas demandas.

Eu dependia única e exclusivamente do meu próprio esforço e da minha capacidade de conseguir novos clientes e mantê-los, atendendo as suas demandas. Atendia clientes que precisavam desenvolver uma marca, material publicitário e vários outros tipos de trabalhos criativos. O contato com os clientes é feito em sua maioria por email, skype ou telefone, embora reuniões e encontros pessoais também aconteçam com frequência.

A experiência de ser um freelancer

Freelancer, de boa, tomando um café ©Shutterstock
Freelancer, de boa, tomando um café ©Shutterstock

Ser um profissional freelancer exige, além de autocontrole, disciplina e organização, um bocado de coragem. Embora para muitas pessoas ser um freelancer seja algo aparentemente fácil, se você não tiver foco e cuidar do seu trabalho como um negócio sério, não irá muito longe. Para ser um profissional freelancer você precisa estar disposto a enfrentar desafios, muitos deles bem difíceis.

Deve planejar cada passo, e ter uma visão de futuro bem centrada e realista. Ser um profissional freelancer é criar as próprias oportunidades e agarrá-las para crescer profissionalmente.

Não vou dizer que ser um freelancer é uma maravilha, mas também não é nenhum pesadelo. É um pouco como o trabalho convencional, a diferença é que você não precisa acordar cedo, e nem pegar ônibus para ir trabalhar (risos). Claro que existem muitas outras diferenças e particularidades, e nós vamos falar sobre isso durante os capítulos que você começa a acompanhar a partir de agora, no Diário de um freelancer.

Quero que os textos que virão sejam construídos de acordo com a sua realidade, e não como o cenário maravilhoso dos freelancers que vivem em um mundo de sucesso. Nós vamos chegar lá (ao sucesso), mas agora é a hora de começar.

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10 Comentários

  1. Nossa muito bom o post…um assunto super relevante, sou assalariada ja faço alguns trabalhos free porem não o suficiente para manter meus gastos, sonho com uma vida de freelancer

    • Hey Letícia, tudo bem?
      Que bom que gostou do texto. Espero que com as dicas que ainda virão, você consiga aumentar a sua participação no mercado Freelancer e quem sabe não adota como estilo de vida. XD
      Um abraço!

  2. Primeiramente parabéns!!!!

    Segundamente (rsrsrs), referente a valores!!!

    Trabalho como arte finalista em uma empresa e estou doido para seguir carreira solo…. rsrsr.

    Para serviços de free… como devemos cobra e quais valores cobrar.

    por Diária:

    por Arte:

    obrigado!!!

  3. Gostaria muito de saber sobre o início da sua carreira como freelancer e quais dificuldades encontrou, e como fazer para superá-las. E dicas também 😉

  4. Muito bom, esse post veio no momento certo! Estou com a cabeça cheia de ideias de coisas que pretendo fazer mas não estou conseguindo organiza-las e nem por onde começar. Seria bom um post sobre esse tema.

    Obrigada!

  5. Ótimo post!

    Estou a pouco tempo na área e minha carteira de clientes vem crescendo nos ultimos meses, acompanhei a dica sobre aplicativos de organização financeira e de tempo também e acredito que vai ser muito útil.

    No entando, estou pensando em alugar um ponto comercial para fazer uma especie de escritório, alguma dica para os primeiros passos?

  6. Comecei como digitador em uma gráfica, depois passei a ser arte-finalista. Estou nesta função a cerca de 6 anos. Nunca fiz cursos ou coisa do tipo, sempre aprendendo com tutoriais, vídeos e muita prática em um computador velho de minha casa. Agora depois de 8 anos trabalhando na mesma gráfica, resolvi iniciar uma faculdade de Design Gráfico (onde não vejo mais formas para meu crescimento profissional) e pretendo assim que me formar entrar para uma carreira de Freelancer ou até mesmo abrir uma pequena Agência Digital, já que nesses anos todos trabalhando com gráfica e segmentos, conseguir acumular muitas coisas fora da rotina de uma gráfica. Valeu pelo post. 🙂

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