E quando o cliente quer os arquivos do projeto?

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Amostra impressa ©Shutterstock

Esta semana iniciamos uma conversa no nosso grupo de discussão sobre os problemas que acontecem quando cedemos os arquivos originais (abertos) dos projetos aos clientes. Muitas vezes o projeto é re-editado por outra pessoa que não tem habilidades suficientes e acaba fazendo uma verdadeira porcaria com o trabalho original. A troca dos elementos, cores e textos, imagens esticadas e fontes espremidas fazem parte do rol de interferências mais comuns.

Existem duas maneiras de finalizar o seu projeto e entregá-lo para o cliente, através de arquivos fechados como PDFs, EPSs ou imagens raster, ou através dos arquivos abertos, originais e que podem ser editados por qualquer outra pessoa. Há um verdadeiro dilema quanto a entregar os arquivos originais para o seu cliente, fazer isso depende muito do perfil deste cliente e também do tipo de projeto que você está desenvolvendo.

Muitos profissionais transformam a entrega de seus arquivos abertos em um aditivo no orçamento do cliente, cobrando muito mais ou apenas fixando uma taxa para isto. Outros nem sonham em entregar seus projetos abertos aos clientes, fazendo disso um ato repulsivo e pecado impraticável. Ambos os métodos tem seus prós e contras, e cabe a você escolher de que forma irá trabalhar com seus clientes.

A discussão toda a cerca da entrega de arquivos abertos aos começou quando um colega mencionou que o seu job havia sido alterado de maneira errônea e a sua marca foi mantida no projeto tornando ele o autor de tais alterações. O primeiro ponto que gostaria de eliminar nesta discussão é a inclusão de sua marca no projeto, quer dizer, eu não faço isso justamente porque trabalho com a entrega do projeto pronto para o cliente, e mesmo sendo aberto ou fechado o cliente que está comprando o projeto não gosta de ver que você quer pegar carona e “vender o seu peixe” no material dele.

Imagine se você fosse o cliente e solicitasse a arte de um material publicitário e quando o recebesse percebesse que o logotipo e o telefone do designer estão mais visíveis do que o seu próprio. Como você se sentiria? Claro, há casos e há casos, há muitas agências de publicidade que praticam colocar a sua marca discretamente e de maneira até harmônica no layout, outros preferem colocar apenas um pequeno texto bem pequeno em algum cantinho apenas com nome e telefone. Mas se você pretende entregar os projetos abertos para o seu cliente, esqueça esta prática. Ela mais prejudica do que ajuda!

Como entregar os arquivos do projeto para o cliente?

Você já deve ter se deparado com esta questão várias vezes, seja você um iniciante ou profissional que está no mercado há muito tempo pode ter dúvidas sobre como deve ser feito o fechamento e a entrega dos arquivos dos projetos de seus clientes.

Imagem via Shutterstock ©
Imagem via Shutterstock ©

Entregar ou não entregar os arquivos abertos do projeto para o seu cliente é uma questão metodológica, de fluxo de trabalho. Isso quer dizer que você pode ou não entregá-los de forma editavel, e quem deve decidir isso é apenas você. Não existe uma regra específica ou uma norma de conduta que dite o que você pode ou não entregar para o seu cliente, esta decisão envolve o ambiente em que o projeto está sendo desenvolvido e também a sua finalidade.

Entregar arquivos fechados

Há muitos profissionais que desenvolvem seus projetos e se limitam em entregar para o cliente apenas um arquivo fechado, geralmente em PDF ou EPS que dificultam modificações ou intervenções no layout sem a autorização de quem o criou.

Esta prática é muito comum em agências de publicidade que desenvolvem o projeto como uma espécie de prestação de serviços, onde apenas ela é a responsável por desenvolver, executar e editar o projeto. Se o cliente quiser mudar uma letra de posição na hora da impressão deverá entrar em contato com a agência para que um profissional capacitado faça as devidas alterações sem colocar em risco os elementos que compõe o projeto.

Isto evita que outra pessoa interfira no layout realizando alterações que muitas vezes comprometem o projeto inteiro. É muito comum, por exemplo, solicitar na gráfica que sejam feitas alterações no layout sem o devido conhecimento do designer que podem resultar em verdadeiros Frankesteins. Imagens distorcidas ou achatadas, fontes esticadas e elementos de cores que não se relacionam e deixam o layout feio e amador.

O ponto positivo é que se mantém a integridade do projeto, e como apenas quem o criou é quem faz as alterações, o layout se manterá integro e com os aspectos do projeto original.

Em contrapartida, se o cliente quiser se desligar da agência terá de criar um novo projeto com outro prestador de serviços, o que lhe trará um custo bem elevado, sem mencionar que mesmo que seja a sua marca estampada na campanha, ele não poderá usá-la, pois é de propriedade da agência, e ela detém os direitos sobre os elementos, formas, layout e conteúdo, salvo quando expresso em contrato que a campanha pertence ao contratante, não ao contratado.

Entregar arquivos abertos

Boa parte dos designers freelancers se comportam de maneira semelhante às agências, são bem cuidadosos na hora de finalizar e entregar o projeto e se limitam em distribuir um arquivo fechado. Embora o custo dos serviços de um freelancer seja até menor do que os da agência, este profissional também deve se precaver quanto ao uso indevido de seus projetos, afinal, é o seu nome que está em jogo quando um projeto seu é alterado e vai para as ruas com uma aparência amadora e diferente do projeto original.

Entretanto surge a necessidade do cliente receber os arquivos abertos dos projetos, de maneira que ele tenha mais flexibilidade e possa levá-los para onde quiser e editá-los como convier, por exemplo, na hora da impressão, alterações de informações pessoais e de contato, etc. Esta atividade exige muitos cuidados e embora seja repudiada pela maioria dos profissionais pode ser a saída para evitar trabalho desnecessário e repetitivo.

Entregar os arquivos abertos pode ser uma boa alternativa nos casos em que o designer não oferecerá suporte de acompanhamento na impressão ou execução do projeto ou campanha. É uma forma de trabalho praticada inclusive por profissionais que produzem para instituições de grande porte, que necessitam da criação mas contam com profissionais habilitados para fazer pequenas alterações no job dentro do seu ambiente de trabalho.

O lado ruim disso é que você entrega o job nas mãos inexperientes do cliente, que por sua vez faz o mesmo solicitando alterações para pessoas que não conhecem o projeto ou não são qualificadas para manipulá-lo. Embora isto aconteça com menos freqüência é algo que nos deixa preocupados.

Eu, por exemplo, trabalho exatamente desta forma, desenvolvo peças publicitárias para empresas e quando termino entrego todo o material criado para o cliente, todos os arquivos abertos, imagens, fontes. Isto porque o cliente efetivamente está pagando por isso, é ele quem paga pelas imagens, pelas fontes, pelos vetores, então no desenvolvimento do orçamento o custo de todo o projeto é direcionado para o cliente cedendo a ele totais direitos sobre o projeto final.

Isto me ajuda a entregar um trabalho que o cliente poderá usar e re-aproveitar posteriormente, inclusive com outros profissionais, dando a ele liberdade para alterar, modificar e decidir o que quer fazer com o projeto depois que eu entregar para ele. 90% dos meus fazem as alterações do projeto original comigo, justamente porque acreditam que nada melhor do quem o criou para modificá-lo.

Os outros 10% acabam recorrendo à mão de obra mais barata para fazer as alterações e muitas vezes acabam se arrependendo.Entregar o projeto aberto para o cliente inclusive me desafoga de trabalho excessivo, não é legal receber uma ligação no meio do almoço pedindo para eu mudar um número de telefone.

Um problema comum no mercado aqui da minha cidade é justamente as empresas que cobram pouco ou nem cobram para desenvolver os projetos dos clientes, mas se recusam a entregá-lo quando o cliente quer migrar para outro prestador de serviço. É quase como uma venda casada: “Te dou a arte de graça, mas você é obrigado a imprimir com a gente”.

Para mim isto é o cúmulo da ignorância e do despreparo. Tanto quem oferece mão de obra criativa de graça em troca de prestação de serviço perde dinheiro, quanto quem contrata este tipo de serviço muitas vezes recebe um trabalho amador e ainda fica acorrentado ao prestador de serviço, pois não tem o direito de levar a arte do projeto para outra gráfica ou empresa de comunicação visual. Sem falar no estrago que isto faz para o mercado de um modo geral, onde acreditam que não devem pagar por projetos de design.

A solução para isto é muito simples: Prestador, cobre o valor justo e entregue o projeto ao cliente, ofereça-lhe a possibilidade de ter dois serviços distintos, um de criação e outro de impressão. Cliente, pague o valor correto e receba o seu projeto e a liberdade de usá-lo quando, onde e como quiser.

Seja lá qual for o seu método de trabalho, sempre deixe tudo muito claro para o seu cliente. Se vai entregar os arquivos fechados, use um contrato que especifique isso, os limites de edição, as obrigações do cliente e também as suas. Se você vai entregar o projeto aberto, certifique-se de finalizar o arquivo de forma que facilite a edição.

Como disse no começo deste post, não existe uma regra para como você entrega os seus projetos, vale avaliar qual a melhor solução para o seu cliente e para você.

E você? Como entrega um projeto para o seu cliente? Gostaria de saber mais sobre como você trabalha nos comentários.

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Caio
Caio
25/11/2020 20:05

Oi,Liute,prabéns pelo texto.
QUeria tirar uma dúvida contigo , trabalho na maior parte das vezes em arquivos com perfil de cores em CMYK, e o cliente pede a aprovação,mas sempre que mando um print,as cores vão diferentes,logo acredito que saem em RGB, isso acontece inclusive no PDF pronto, qunado visualizado no celular , as cores não batem com a da impressão, sempre saem como eu queria e como as olho no meu notebook .
Como enviar o arquivo pra ser visualizado no mesmo padrão de cores usada pro cliente? Utilizo o Corel pra trabalhar,forte abraço

Marcelo Macedo
Marcelo Macedo
28/10/2020 18:25

Olá, Liute, tudo bem? Espero que sim.
Olha, eu concordo em parte com seu texto. Há casos e casos.
Mas no geral a obra pertence ao autor/criador.

Quando você compra um livro ele é seu para ler e usufruir, mas não lhe dá o direito sobre a obra de criação. A obra é do autor do livro. O projeto gráfico, as formas, ilustrações (também sou ilustrador) a disposição das fontes… são propriedade intelectual que quem as criou.

Aconteceu comigo o seguinte:
Eu criei um troféu em 3D para um concurso de música. Planifiquei a peça e mandei para o cliente. O prestador de serviço desse cliente aproveito o arquivo aberto e planificado e fez várias cópias para outras empresas. Algo que era pra ser exclusivo ficou banalizado.

Reitero, o cliente paga pela peça gráfica seja impressa ou digital, mas não lhe dá o direito exclusivo à posse do arquivo do projeto. Não por imposição dele. Se houve um acordo e o designer quiser ceder tudo bem, mas nunca por imposição do cliente.

Ana Coentro
Ana Coentro
26/10/2020 22:36

Criei uma arte para confecção de camisas no silk-screen, que foi aprovada pela cliente, mas a mesma depois de tudo acertado (aprovação de arte, valores) desistiu do serviço. Agora descobri que ela fez o serviço com outra pessoa. Como fica a criação da arte, posso cobra-la visto que criei exclusivamente para ela fazer o serviço comigo.

Luisa
Luisa
20/10/2020 07:45

Estou tentando achar uma resposta para minha pergunta e acabei nesse post. Minha prima fez a logo da minha loja há um ano, me enviou acho que só em PNG, preciso da logo em maior qualidade que eu possa aumentar e ela não me responde nada mais no whatsapp, e antes eu tinha solicitado outro serviço e agora estou pedindo para me enviar o arquivo e nada de me responder pelo menos. Isso não é meu direito como cliente que pagou? Se ela demorar muito mais, posso fazer uma petição exigindo exibição de documentos?

Rodrigo Cortat
Rodrigo Cortat
31/07/2020 09:06

Opa amigo! Eu tenho um pequeno dilema… Tem como eu evitar de a gráfica usar o meu projeto aberto pra ela fazer seus próprios trabalhos editando em cima do meu, fazendo as alterações que lhes convém e com isso ganahando dinheiro em cima do meu trabalho, ou não tem como? Daria para eu bloquear partes específicas do projeto evitando assim que terceiros utilizem meu projeto para usar nas gráficas em questão?

Ana
Ana
01/10/2019 15:22

Olá! Eu trabalho com papelaria para eventos (convites, menus…) sendo que além de criar o layout eu também faço a impressão, montagem… porém, o cliente não precisa fazer tudo comigo. Numa dessas situações em que forneci o arquivo aberto para que uma noiva levasse para uma gráfica de preferencia dela os convites de casamento, a gráfica passou a comercializar para outras noivas o layout sem devida autorização (fazendo apenas alteração dos dados dos noivos como nomes, local da festa e etc.). Nesse caso o que pode ser feito? A partir disso passei a fornecer apenas arquivos fechados.

Be
Be
26/07/2019 15:34

Posso cobrar do cliente o psd solicitado?

Giulia
Giulia
08/05/2019 23:16

Olá Liute! Muito obrigada pelo seu post!
Tenho uma dúvida, se você puder me ajudar, por favor…

Estou fazendo identidade visual para um cliente que quer os arquivos abertos, porém não sei como entrega-los! Uso InDesign e Illustrator porém o cliente não possui esses programas… Como devo fazer?

Obrigada desde já,
Giulia Giubilato

JOAO CORDEIRO MARTINEZ
JOAO CORDEIRO MARTINEZ
12/11/2018 07:47

Caro Liute.
Estou organizando um curso na área de engenharia. Eu preciso de extrarir alguns gráficos de um livros ( e book) . Seu extrair os gráficos e citar a fonte terei problemas com o autor da obra?
Grato
João Cordeiro

Luciana Brigati
Luciana Brigati
22/02/2018 11:22

Oi por favor tenho uma dúdida. Faço convites de aniversário para amigos e família, sou amadora pego imagens disponíveis na internet e monto a art. Cobrei pela mão de obra e pela impressão q seria feito na gráfica e enviei dois modelos com marca d’água para a pessoa escolher. Ela pegou o convite, mandou para outra pessoa q deu uma editada por cima e mandou imprimir. Gostaria de saber como isso se enquadra. Não foi feito contrato nem nada, pois como disse sou amadora, a “negociação”e troca de informações foi tudo pelo whatzap.

Luciana Brigati
Luciana Brigati
22/02/2018 15:21
Responder para  Liute Cristian

Ok, muito obrigada!

camila
23/02/2018 11:01
Responder para  Luciana Brigati

Além do que o Liute disse, acho que seria mais seguro também você ter enviado a prévia com uma resolução baixa para o cliente aprovar, assim ele não teria conseguido usar o projeto. Além disso, foi bem errado da parte dela, ela usou o seu trabalho e não te pagou por ele, você pode a questionar sobre isso.

DanKoch
DanKoch
30/11/2017 22:01

Pode esclarecer uma dúvida? Fiz uma apostila para um cliente, que é reeditada todo ano, e ele quer os arquivos abertos sem combinação prévia. Como devo proceder?

Karla
Karla
07/10/2017 01:45

Recentemente fiz convites de formatura numa gráfica da minha cidade e foi cobrado separadamente o valor da arte e da impressão, entretanto, ao receber os convites e solicitar que a arte fosse enviada por email em pdf, tive meu pedido negado. Ainda disseram que eu teria que pagar a mais para levar o pdf da arte. Achei bem absurdo, pois estaria pagando a arte duas vezes. Nada disso foi informado na primeira conversa. Eles podem mesmo fazer isso?

Igor
Igor
12/09/2017 09:10

Apenas um ponto a ser ressaltado. Falar que o cliente está pagando pela fonte, ilustração etc, é errado e ilegal. Pois as imagens, na maioria das vezes, de banco de imagens são pagas pelo tempo de utilização e tiragem, como você terá controle disto nas mãos do cliente? Ele vai assumir este risco? Você está passando para ele este risco? Isto é profissional? O mesmo se aplica às fontes. As fontes são adquiridas via licença por máquina. Se você comprou a fonte, a sua máquina, da sua agência tem o direito de usar, ao passar esta fonte para o cliente você está praticando a pirataria. Se estamos falando de uma conversa e nível profissional, este é o jeito certo de agir? Entregando os arquivos abertos? Ou você deve passar tudo para o cliente, link do banco para ele pagar, link da fonte para ele comprar etc.

Igor
Igor
12/09/2017 13:22
Responder para  Liute Cristian

Obrigado! Vou analisar, foi bem esclarecedor!

Tatiana
Tatiana
12/01/2018 12:52
Responder para  Liute Cristian

Concordo com a questão da fonte. Mas uma ilustração original (por exemplo, quando eu crio), por lei sempre é do criador. O que ele faz é ceder direito de uso para o cliente. Não sei quanto a vetores de bancos de imagens, mas como ilustradora, eu ressalto sempre para o meu cliente que a ilustração não é dele. Embora eu não use essa ilustração para outro cliente, por uma questão de respeito, ele tem que ter em mente que aquela arte não pode ser repassada, nem usada fora do que é estipulado por contrato. A ilustração não é um bem que possa ter a sua titularidade transferida (como se fosse um bem, tipo um apartamento ou carro).
Quanto a enviar arquivos originais, eu acredito que dê pra fazer isso pro cliente, caso você não vá trabalhar com ele de forma contínua. Realmente é chato ter que ficar alterando toda hora um material. Mas isso acontece comigo mesmo quando entrego o material aberto, pois a maioria dos meus clientes não sabe mexer. Mesmo assim acho que é um direito do cliente.
Dia desses, uma cliente veio me pedir pra fazer uma arte com um logo que havia sido feito por outra profissional, que se recusou a mandar até mesmo um arquivo em boa resolução. Como essa profissional tinha criado as outras artes (folder, cartão de visita, capa Face etc.), ela só recebeu as artes no formato devido. Mas o logo “solto”, só em JPEG. E simplesmente se recusou a entregar os originais ou pelo menos um editável. Não sei o que foi previamente acordado entre elas, mas eu faço um contrato explicando exatamente tudo que a pessoa vai receber. Se a pessoa quiser algo fora do estipulado, ou eu cobro ou me dou o direito de não fazer. Por isso peço sempre que leiam com muita atenção antes de validar o serviço.
Mas no caso dessa cliente, a profissional não responde aos e-mails e, acredito eu, não parece estar interessada nem em refazer o trabalho, pois alegou que não faz mais serviços de design. Agora, se ela não trabalha mais com isso, não custa nada entregar o originais, né? Mas enfim… só as duas sabem o que aconteceu, eu apenas ofereci o serviço e, com muito cuidado, analisei a possibilidade de retraçar o logo e uma das ilustras, mas com a devida autorização, pra não correr o risco de ser processada por plágio.

Vivian de Paula Rocha Santos
Vivian de Paula Rocha Santos
02/06/2017 15:42

Luite Christian,
Acho que o que falta é na hora da negociação passar um valor justo pelo direito de criação e a ideia final concretizada em ilustração e texto. E sempre fazer contrato , se no contrato não houver uma clausula passando os direitos patrimoniais de autor para o cliente, o único direito que ele terá é sobre a peça finalizada. Achei um link bem interessante, nele descobri que existem leis, nas quais protegem os direitos patrimoniais de autor . Fica link para quem desejar conhecer mais sobre o direito de autor sobre materiais publicitário: http://www.fenapro.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=121&Itemid=222

marilia
marilia
21/02/2017 16:03

e no caso do cliente que quer algo rápido de ultima hora, tipo um cartão de visitas, ou um panfleto, e quer pagar apenas a impressão, sem custo de arte, e o mesmo vem depois e quer a arte. O que fazer neste caso, ressaltando que é deixado claro antes de tudo que a arte não esta inclusa no contrato, que foi apenas uma gentileza que a suposta gráfica fez pra pessoa, e no mesmo vem dizendo que o custo da arte é tantos reais para direito e propriedade do .psd, quem está certo nesse caso? o cliente que quer a arte a qualquer custo ou o contrato que foi firmado?

Donizete
Donizete
18/01/2017 20:26

Gostei muito do artigo.
Trabalho muito Free com Arte Gráfica e em muitos casos me pedem a arte aberta no final do trabalho. Particularmente eu nunca recusei entregar a arte, afinal me pagaram pra criar a arte. No mercado aqui de Belém-PA costuma-se não entregar a arte aberta, e essa pratica geralmente é para de alguma forma segurar o cliente. Sinceramente nunca perdi cliente por entregar a arte aberta, sempre os mantive com o bom trabalho e bom atendimento.
Também procuro não atender clientes que chegam a procura de leilão….”fulano cobrou menos”….. procuro ver desconto ou forma de pagamento mas com limites, se quer qualidade pague por ela!
Abraços

natalia
natalia
25/07/2016 12:00

olá tudo bem, comecei na areá a pouco tempo, e tenho uma duvida da entrega para o cliente, gostaria de saber de eu que devo colocar o site online em um domínio,ou se devo entrego o site em uma pasta compactada ao cliente com todo o desenvolvimento. Caso eu deseja ficar com o código fonte fechado como o será a hospedagem do site juntamente a imagens etc… estou bem perdida..

Edson Ferreira Lopes Junior
07/06/2016 16:12

Oi, adorei o texto. Eu sou freelancer, e comecei a pouco tempo mesmo. E estou com uma dúvida que está me corroendo. Tenho um layout para entregar, fiz tudo direito, no Photoshop. Mas que tipo de arquivo eu mando para o meu cliente? O PSD do layout, junto com os matérias que eu fiz? Eu só fiz a parte do layout, outra pessoa vai fazer o desenvolvimento, e não sei quem é. Por favor se vocês puderem me ajudar ficaria muito grato. É meu primeiro cliente e não quero fazer feio. Valew!

Toni Almeida
Toni Almeida
29/04/2016 11:55

A Lei de Direito Autoral não é uma simples proteção ao autor do projeto, mas é um dispositivo para proteger a profissão e a sociedade de profissionais antiéticos que se envolvem ou se deixam envolver no trabalho de outro colega sem o seu conhecimento e sem a sua anuência, ou até mesmo de pessoas no exercício ilegal da profissão que pode trazer graves consequências para a sociedade. Entregar um arquivo aberto, em muitos casos pode ser considerado um ato inconsequente, pois deixa o trabalho vulnerável a alteração(ões) que podem acarretar sérios riscos à sociedade e pode envolver o autor do projeto até mesmo na esfera criminal por algo que talvez ele não faria, mas que venha a ser feito por outro, sem mesmo que ele soubesse. Cito o exemplo hipotético de um projeto arquitetônico de um edifício projetado para aglomeração de pessoas, que venha a ser alterado por outra pessoa sem mesmo que o autor tenha conhecimento. No caso de um tragédia, o autor é chamado à responsabilidade e terá despesa, perda de tempo e um desgaste danado para provar sua inocência. Como curiosidade o primeiro profissional a registrar a autoria de sua obra foi o arquiteto Brunelleschi cuja obra patenteada foi o projeto de um navio: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/123/arquitetura-livre-23437-1.aspx .

Luciano Pereira
Luciano Pereira
06/08/2014 12:21

muito bom artigo

Liute Cristian
16/08/2014 11:13
Responder para  Luciano Pereira

Obrigado Luciano!

Raoni Oliveira
25/02/2014 20:55

Ótimo artigo Liute! Estava exatamente em dúvidas quanto a esse assunto "polêmico"… Veio na hora certa!

Cynde Delaina
11/01/2014 00:33

After I originally commented I clicked the -Notify me when new comments are added- checkbox and now each time a comment is added I get four emails with the identical comment. Is there any manner you may take away me from that service? Thanks!

Daniel
24/11/2013 19:00

Boa noite Liute, blz?

Bacana o seu blog, venho acompanhando, rs. E no caso de prestação de serviço na criação de blogs personalizados (WordPress ou Blogger) a terceiros, o que seria ideal fazer? Deixar a administração das postagens a cargo do cliente ou não? O Blogger e o WordPress permitem que seja possível criar administradores num mesmo Blog com diferentes níveis de hierarquia? Para permitir apenas postagens corriqueiras (Textos, imagens, vídeos, etc)? E assim evitar mudanças equivocadas no layout/design por parte do cliente? Qual seria sua dica neste caso, rs? Valeu amigo! Abraço 😉

Fralm78
Fralm78
19/11/2013 12:41

Olá Liute,
Faz pouco tempo que tive contato com este mundo de design gráfico, e a cada dia me interesso mais, já até fiz um curso nessa área, mas acredito ter aprendido mais com você. Bem o que exatamente quero falar contigo é sobre a dificuldade “ao menos pra mim” de dar preço aos trabalhos, não tenho clientes, pois como disse no inicio faz pouco tempo e me sinto perdido no que diz respeito a preços. Agradeço se puder me ajudar de alguma forma. Ah! Parabéns pelo seu trabalho, que Deus te abençoe.

jocemar paiva
18/11/2013 02:27

caro cristian!
desejo ingressar no mundo das impressões, estou começando com serviços tercerizados de impressão, meus clientes na maioria pedem para que eu crie a arte mais só entregue as impressões deixando tudo comigo.

se puder entrar em contato comigo para maiores dicas e informações eu agradecerei.

abraço
fb.com/jocemar.paiva