Break: Com os bolsos cheios de dinheiro

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Business man showing you brazilian money.

Arrumei uma forma de atualizar o blog com a correria que ando tendo ultimamente. Vou reservar 10 ou 15 minutos no meu horário de almoço e compartilhar com vocês algumas dicas e ideias sobre produtividade, carreira e também sobre o dia-a-dia no meu trabalho.

Pra quem não sabe, desde que larguei o emprego de arte-finalista, já virei freelancer, já deixei de ser freelancer, e agora trabalho na comunicação empresarial de uma gigante do setor do alumínio.

Break: vai ser uma série com estas dicas, relatos e o que mais vier na cachola quando eu puder me dar ao privilégio de escrever.

Esta semana recebi uma mensagem no Whatsapp de uma antiga cliente que estava em apuros com uma empresa de design que indiquei à ela. Ocorre que quando deixei de ser freelancer, tive que indicar meus clientes a alguém, e acreditava que esta empresa tinha um trabalho sério e dedicado.

A empresa era legal, e eu tinha motivos para indicá-la, mas este cliente relatou um serviço desleixado, prazos absurdos e nenhuma vontade de resolver o problema. O cliente precisava fazer um site e precisava de ajuda pois nem ele sabia o que poderia colocar no site.

O resultado é que a empresa que deveria apontar uma solução e trabalhar proativamente para resolver o problema do cliente não estava nem ai.

Se o cliente não mandou o conteúdo até agora, a gente não vai fazer nada!

Mas esta é a penas a parte “boa” do problema. Acontece que por causa do atendimento descompromissado e pelos prazos fora do que o cliente precisava (já que tinha de lançar um serviço no mercado), resolveu desistir do projeto e negociar o que faltava com a empresa.

A empresa disse que não devolveria o dinheiro, e que teria de receber, inclusive, pelo trabalho que não foi feito. O cliente pagou, mas esta empresa nunca mais receberá sequer uma referência minha.

O que posso dizer é que esta empresa de design ficou com o dinheiro do cliente, que saiu insatisfeito e não teve o seu problema resolvido. Algo que acredito até acontecer com certa frequência, não nesta empresa, mas no mercado de design que estou enxergando atualmente.

É só observar a quantidade de “profissionais” que reclamam de seus clientes nas redes sociais, principalmente nos grupos de discussão do Facebook. Lá rola até planos e estratégias para fazer os clientes “chatos” desistirem do projeto, só porque o cliente chato, exigente, quer resultados e barganhar preços.

Afinal, ninguém mais faz isso, não e mesmo? Pechinchar o melhor preço, obter melhor qualidade, e exigir bons resultados. Acho que esse pessoal de design, que trabalha com atendimento e precisa ter um bom relacionamento, anda escolhendo a profissão errada.

1 COMENTÁRIO

  1. Trabalho como freelancer com design e para mim a parte mais difícil é lidar com os clientes, não sou muito boa como vendedora kkkk sou boa em criar as artes, quais as dicas para conseguir lidar melhor com os clientes? Desde já obrigada

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