Produtos digitais precisam sempre ser redesenhados, repaginados e reconfigurados. O progresso de estilos, o avanço das tecnologias de hardware e o desenvolvimento das possibilidades são cada vez maiores. Apenas no ano passado, o potencial para implementação das micro-interações e a intensificação dos processadores para animações e gráficos, ocorreram com um ritmo acelerado. As equipes de fabricantes estão continuamente olhando formas de ganhar e liderar a competição. O que é muito importante para promover as indústrias de design e desenvolvimento além de entregar ao consumidor o melhor produto disponível.

O processo de reinvenção do design não é algo claro. Há momentos em que as equipes e os indivíduos têm de decidir se devem redesenhar desde o início, ou iterar (processo da programação de repetição de uma ou mais ações) sobre o produto atual. Neste artigo, examinaremos as duas opções além de analisar razão pela qual a total reinvenção/ rompimento deve ser evitada na maioria dos casos.

Reinventando do zero:

Como dissemos anteriormente, evite a total renovação. Ocasionalmente, uma empresa pode liderar um produto simplesmente pela sua a base de usuários, nome de domínio ou porque vêem potencial na mudança dos princípios da engenharia do produto, transformando-o em algo diferente.

Um exemplo de um produto completamente reinventado desde sua origem é o Bebo . O que era uma rede social de rápido crescimento transformou-se então na criação de produtos diferenciados. Em seu último lançamento ele foi desenvolvido como forma de aplicativo de mensagens, um pouco reminiscente do Slack.

O problema da total reinvenção é ariscar de confundir os usuários. Em certos casos, o produto pode ter um design de baixo desempenho e UX (User Expirience), o que o deixa como único meio de ação apropriado. O problema é quando os produtos são redesenhados por motivo banal ou pela total mudança de seu propósito.

É importante fazer duas perguntas ao ponderar esta decisão:

– Minha visão do produto é atraída consideravelmente pelo design e estrutura atual?

– O produto atual apresenta múltiplos problemas substanciais de design e UX para os usuários?

Se a resposta for sim, esse é o X da questão.

Se você acredita que a reconfiguração pode causar a perda de usuários, análise as possíveis preocupações sobre o caso. Às vezes uma pequena porção de usuários opostos à mudança a irá dificultar o avanço da evolução do produto. Tenha certeza de que a reconfiguração do produto está progredindo – as razões subjacentes devem estar claras, como ditas acima.

Reconfigurando iterações

Na maioria dos casos, este é o caminho a se seguir. Ao iterar continuamente em um produto, você evita a alienação de usuários atuais por introduzir gradualmente os aprimoramentos UI e UX de cada versão. Isso facilita a adaptação dos usuários, evitando que recorram a concorrência. Também facilita a remoção de recursos se ineficazes e inutilizados pelos usuários novos ou existentes.

Reconfigurar em iterações pode resultar um produto melhor enquanto reconfigurar desde o princípio elimina a possibilidade de um crescimento gradual.

Usemos a página de pesquisa principal do Google como exemplo. Tenho certeza de que nunca foram redesenhados/reconfigurados completamente de uma hora para outra. Ao invés disso foram continuamente modificados ao longo dos anos décadas. O Google é um produto incrivelmente complexo, mas com uma interface simples, que foi iterado em pequenos passos até o momento, possibilitando ser hoje um produto extremamente refinado, poderoso e de fácil uso.

Outro exemplo é o InVision. Há alguns anos, eles poderiam ter alterado radicalmente seu design que aparentava comum e desatualizado. Em vez de construir algo novo seguindo as últimas tendências de curto prazo, eles optaram em atualizar a nova aparência gradualmente visando melhorias nas ferramentas da indústria. Durante todo esse tempo, mantiveram os usuários existentes satisfeitos por não alterar todas as características e layout repentinamente.

Com os exemplos anteriores, é possível entender como o produto pode progredir de algo “batido” para um produto líder no setor – graças a iteração contínua dos recursos, layout e estilos.

Esta abordagem também exclui a possibilidade de sobreposição ou retrabalho da equipe sempre que a for necessária uma alteração. Assim temos uma abordagem consistente de longo prazo além de evitar projetos e estilos individuais desconexos.

Logo ao reinventar o design, pergunte-se: devo realmente reinventar do zero é melhor buscar evolução por meio do longo prazo?

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